Decidiu-se filmar o terceiro filme da franquia “Star Trek” após o sucesso financeiro dos dois primeiros. Os roteiristas começaram a escrever o roteiro partindo do final, que deveria ser chocante para o público. Quase todo o processo de filmagem ocorreu no estúdio, e a empresa “Industrial Light & Magic” participou ativamente do desenvolvimento do novo projeto da nave espacial, além de ter trabalhado nos efeitos especiais do filme. O sucesso financeiro da terceira parte foi evidente, e a maioria dos críticos de cinema se manifestou de forma mais do que positiva, destacando os momentos retrospectivos da primeira “ópera espacial” que merece esse termo no sentido mais literal. No entanto, entre as críticas negativas, destacaram-se comentários sobre o elenco envelhecido, que seria bom rejuvenescer. A ação do filme “Star Trek 3: Em Busca de Spock” se desenrola no espaço, quando a “Enterprise”, uma nave aprimorada da Frota Estelar, um pouco surrada, seguia rumo a casa, após o confronto com Khan, que tentava realizar o impossível — explodir a “Enterprise” com a ajuda de um aparelho experimental de terraformação. James Tiberius Kirk, comandante da nave “Enterprise” com o posto de contra-almirante, está abalado. Seu fiel companheiro e insubstituível assistente, Spock, morreu. Ao mesmo tempo, outro grande amigo de Kirk, o Dr. McCoy, está um pouco fora de si. Sarek (pai de Spock), que chegou do planeta Vulcano, esclareceu a estranha situação e deu esperança a Kirk. Acontece que os vulcanos não morrem de verdade. Eles simplesmente deixam de existir fisicamente, mas sua mente se transfere para outro corpo adequado e próximo. Então, Spock se transferiu para o corpo de McCoy e, para que ele volte, é preciso realizar uma série de ações para reunir o espírito de Spock com seu corpo no planeta Vulcano. É só isso. Enquanto isso, já estamos no ano de 2285. E foi justamente nesse filme que soaram as primeiras palavras na língua klingon.