Em 1984, ocorreu a estreia da animada comédia “A Academia de Polícia”, que conta sobre um caso sem precedentes na história da polícia, quando, graças a uma nova política, o Departamento de Polícia era obrigado a aceitar para o treinamento qualquer recruta que quisesse tentar a sorte como policial. Bem, a história era a seguinte. Era a primavera de 1984. Uma cidadezinha sem nome. Uma mulher recém-eleita para o cargo de prefeita, chamada Mary Sue Bill, anunciou que, devido à falta de policiais, exigia que o Departamento de Polícia aceitasse todos os interessados, independentemente de sua formação, preparação física e estado de saúde. Nem todos na polícia ficaram satisfeitos com essa novidade, mas a ordem da prefeita é uma ordem, ou seja, um decreto, e não faz sentido algum ignorá-la. No centro das atenções está um jovem chamado Carey Mahoney. Trata-se de um indivíduo de “conduta duvidosa”, que já chamou a atenção da justiça em várias ocasiões. E Mahoney já estaria há muito tempo em “lugares não tão distantes” se não fosse pelo capitão Reed, amigo de longa data e melhor amigo de seu pai. O capitão Reed também já havia “tirado” Carey da prisão várias vezes, mas não desta vez. Quando Carey Mahoney foi preso mais uma vez, o capitão Reed, que já estava farto do filho do amigo, colocou o rapaz (aproveitando-se de um novo decreto do prefeito) diante de uma escolha: ou servir na Academia de Polícia, ou cumprir uma longa pena na prisão. Reed foi tão gentil que revelou um segredo a Mahoney. Carey só poderia sair da Academia se fosse expulso de lá “à força”, mas não conseguiria sair por vontade própria, pois, nesse caso, a prisão o aguardaria com as portas abertas de braços abertos. Mahoney, ingenuamente acreditando que conseguiria fazer com que o expulsassem logo após ingressar na Academia de Polícia, aceitou a proposta do capitão Reed. No entanto, ele não levou em conta que o capitão já havia avisado a direção para que Mahoney não fosse expulso “sob nenhuma circunstância”. Portanto, ele seria policial de qualquer jeito. Enquanto isso, novos recrutas continuavam chegando à academia, todos muito distantes da imagem de verdadeiros policiais. Eram eles: Larwell Jones, mestre em efeitos sonoros; o forte Moses Hightawer; a tímida garota Laverne Hooks; o brigão Eugene Tackleberry; o afetuoso George Martin; o desajeitado e distraído Douglas Fackler e o gordinho Leslie Barbara. Juntos, eles se tornariam a nova cara da Academia de Polícia e os protagonistas do filme de comédia que mais tarde daria nome à franquia.