Certa vez, os pesquisadores polares americanos testemunharam uma cena estranha: seus colegas noruegueses perseguiam um cão de helicóptero, tentando teimosamente atirar nele. Ao pousar o helicóptero perto da estação americana, um dos pesquisadores polares noruegueses, por descuido, acidentalmente se feriu ao pisar em uma granada. O segundo norueguês, ao tentar matar o cão, feriu acidentalmente o americano. Gary, comandante da estação americana, acaba matando o norueguês, enquanto o cão, por sua vez, continua vivo e bem. O pesquisador polar Clerk leva o cão para o cercado onde estão seus companheiros. Os americanos ficam chocados com o comportamento estranho de seus colegas noruegueses e decidem ir até a estação deles para descobrir o que realmente aconteceu. Mas a chegada à estação polar norueguesa trouxe ainda mais perguntas do que respostas. Encontraram a estação destruída e carbonizada, na qual não havia nenhum funcionário vivo. Ao investigar, encontraram o cadáver de um dos pesquisadores polares, um bloco de gelo em forma de caixão de gelo e restos carbonizados que jamais foram de um ser humano. O que aconteceu na estação? Essa pergunta atormentava muito os americanos, e somente as gravações das câmeras de vigilância e o cão que sobreviveu deram a resposta pouco tempo depois. À noite, o animal, que nunca fora amigo do homem, transformou-se em um monstro devorador de seus semelhantes. Esse monstro não se deixa abater por nenhuma arma, e somente com um lança-chamas foi possível acalmar a criatura enfurecida. Durante a autópsia, descobre-se que se trata de uma criatura estranha, capaz de se adaptar a qualquer organismo vivo, matando, ao mesmo tempo, aqueles em quem se transforma. Fica claro para os pesquisadores polares americanos que, agora, a sobrevivência de toda a civilização terrestre depende deles. E não se trata apenas das pessoas, mas de todos os seres vivos do planeta.