O thriller policial começa como uma brincadeira de mau gosto de um grupo de adolescentes que se reuniram na casa de uma amiga para se divertir. A prima Emma e a irmã mais nova, Lily, chegam para visitar Taylor, a dona da casa onde as amigas estão se divertindo. As meninas estão dispostas a se divertir, mas no térreo da casa está o pai da amiga, e elas descarregam todo o seu humor sobre a delicada e gentil Emma. Suas piadas são grosseiras e tolas, impiedosas e sem remorso, e às vezes ultrapassam os limites do bom gosto. Emma não gosta dessa turma desregrada, mas, por enquanto, não tem para onde ir com a irmã e é obrigada a suportar as provocações.
Enquanto isso, uma das garotas vasculha as coisas de Emma e tira à tona uma boneca horrível. Taylor conta que essa aberração foi encontrada pelo pai na casa em frente, acompanhada de uma história estranha sobre a antiga proprietária. Ninguém viu a mulher, pois há muitos anos ela não saía à rua nem se comunicava com os vizinhos. Recentemente, novos moradores se mudaram para a casa, parecidos com pai e filha, chamados Julie. As amigas se cansaram de zoar com a Emmi e logo mudaram o alvo para outra pessoa – a vizinha Julie. Vestindo máscaras luminosas, as garotas, sob o manto da escuridão, entraram na casa da vizinha, deixando Emmi e Lily na casa de Taylor.
Pouco tempo depois, em lágrimas e muito assustada, Page — uma das quatro travessas que saíram para assustar Julie — volta. Em seguida, no quarto ao lado, Emma encontra Maddy, mas as outras duas meninas não respondem, e então Lily desaparece. A situação saiu do controle. Emmi está em pânico, pois perdeu a irmã mais nova, pela qual é responsável. Uma das meninas está com raiva, a outra chora de medo, e ninguém consegue explicar o que aconteceu na casa da vizinha. Emma encontra novamente no chão do quarto uma estranha boneca preta, que aparece ora aqui, ora ali. Superando o medo, Emma vai até a casa vizinha em busca da irmã mais nova e encontra lá coisas ainda mais assustadoras.