Durante a cerimônia de iniciação na prestigiada escola militar de Saint-Cyr, Aïssa, de 23 anos, perde a vida. O comando tenta apresentar o ocorrido como um acidente e evita assumir responsabilidade, negando qualquer envolvimento na tragédia. Mas, para a família, não se trata apenas de uma estatística nem de mais um “incidente”: o irmão mais velho do falecido, Ismael, recusa-se a ficar calado. Ele inicia uma luta pela verdade, enfrentando um sistema fechado, pressões e tentativas de abafar o caso. Quanto mais ele avança, mais evidente se torna o quão difícil é obter justiça quando se trata do exército e de suas regras não escritas. Esta é uma história sobre perda, dignidade e perseverança diante da indiferença.