“Sempre houve algo de errado com a Esther” No centro da trama do filme de terror policial “A Criança das Trevas: A Primeira Vítima” está uma figura conhecida — a jovem Lina Klummer, que sofre de hipopituitarismo — um raro distúrbio hormonal que interrompeu o crescimento do corpo e manteve suas proporções infantis. Aproveitando um momento oportuno, ela foge de um hospital psiquiátrico na Estônia e parte para os EUA, onde se faz passar por Esther Olbright — a filha desaparecida do casal rico Richard e Katie. Na pele de Esther, ela se depara com um obstáculo inesperado: a mãe adotiva está decidida a lutar pela vida de sua família e vencer, custe o que custar. Ao redor da jovem, há pessoas que começam a perceber discrepâncias em relação àquela menina, que conheciam há quatro anos. A antiga Esther desenhava apenas rabiscos infantis, enquanto esta produz no papel trabalhos muito bonitos e cheios de significado. A menina tenta ser educada e controlar seus impulsos, mas nem sempre consegue. O psicoterapeuta infantil, Dr. Sigor, acredita que o que a menina mais precisa é do carinho da família, e os pais a levam para sua grande casa, onde todas as coisas da menina permaneceram em seus lugares no quarto dela. Mas os adultos percebem algumas inconsistências no comportamento, que mais parecem uma encenação cuidadosamente planejada. Os adultos começam a se perguntar: “Se você não é a Esther, então quem é?” E a menina, percebendo que corre o risco de ser desmascarada, decide matar e, aos poucos, elimina todos aqueles que duvidam de sua identidade. Alguém recebe uma facada, outro bebe uma bebida com uma boa dose de sonífero, e escorregar de uma escada íngreme é bem fácil. O importante é, depois, esconder cuidadosamente os cadáveres e fazer cara de inocente. E quando o segredo vier à tona, um grande incêndio ajudará a esconder todos os rastros.