No centro da comédia romântica “Nós Éramos Canções” está a adorável Maca, que decidiu mudar o rumo de sua vida. Ela acha que, aos 28 anos, passou a vida toda sendo uma moleca e que agora chegou a hora de fingir que é adulta. Na opinião dela, é preciso deixar alguns problemas para trás e não deixar que outros apareçam. Ela tem uma chefe malvada, que não reconhece os esforços titânicos da moça, e uma linda história de amor com um rapaz chamado Leo. Nada prenunciava uma separação abrupta, mas, certo dia, ele desapareceu — literalmente, estava ali e, de repente, não estava mais. Maka mal conseguiu colocar sua vida de volta nos trilhos, e, claro, suas amigas leais, Adriana e Hime, tiveram participação ativa nisso. A garota preferia considerar Leo o amor de toda a sua vida, mas ele literalmente se evaporou, desapareceu como o o cheiro de café de ontem. Assim que Maka começou a esquecê-lo e entrou em um estado de espírito mais lírico, Leo retorna repentinamente e jura que percebeu seu erro e sonha apenas com uma coisa: que ela lhe dê uma segunda chance. A alma de Maka se vê em uma encruzilhada. Por um lado, as faíscas do amor por esse homem ainda não se extinguiram totalmente nela; por outro lado, a dor da queimadura causada pela separação revelou-se forte o suficiente para que ela não conseguisse esquecer a dor que ele lhe causou. O que fazer?! Depois de pesar todos os prós e contras, Maka compreende que precisa, antes de tudo, aprender a amar a si mesma e, só depois, confiar sua vida a outras pessoas e amá-las. Mais um teste à solidez dos sentimentos de Leo, e suas palavras não seria nada mal. Adriana e Hime não se importam em ajudar a amiga a entender melhor a natureza dos sentimentos humanos.