Ao chegar à Guiana Francesa, Elliot encontra um guia experiente, disposto a levá-lo até o local onde fica a aldeia de uma tribo misteriosa. Ele conta sua incrível história de vida e pergunta se o rapaz não é parente da famosa antropóloga Chantal De Belarbes, mas Elliot nega categoricamente conhecer sua mãe. Ao longo do caminho, ele não consegue se livrar da sensação de que seus dois guias são vigaristas desesperados, que pretendem roubá-lo e abandoná-lo em um lugar desconhecido; no entanto, pela manhã, ele descobre os corpos deles. Durante a noite, os guias brigaram por causa de sua mochila e se esfaquearam mutuamente com um facão. Um deles tinha um smartphone, pelo qual Eliot enviou uma mensagem ao chefe da tribo e, logo em seguida, uma garota bonita chegou de barco até ele. Albertina não se parece com uma representante da tribo local, mas Eliot, pegando sua mochila, corre atrás da moça, na esperança de descobrir algo interessante. E enquanto eles se abrem caminho pela selva em busca da aldeia, Chantal desistiu de seus experimentos na China e, preocupada com o silêncio de duas semanas do filho, voou até a Guiana Francesa em busca dele. O ingênuo Eliot acaba chegando a um assentamento moderno da tribo, cuja população acaba sendo bem diferente do que sua rica imaginação havia pintado. Por ordem do chefe, ele recebe uma pancada de pá na cabeça e é jogado na margem do rio, onde liot é encontrado por outras pessoas nada amigáveis. Elas se dedicam à compra do ouro que os índios locais garimfam e não gostam da presença de um forasteiro ali. O chefe da tribo não quer matar o ingênuo forasteiro, como ordenaram seus parceiros de negócios. Albertina percebe que ele é inofensivo e permite que Eliot ande pela aldeia e observe os moradores locais. O cientista vê um povoado bem diferente do que esperava em casa. Aqui vivem pessoas bastante modernas, mas sem instrução. Já Chantal não desiste de tentar encontrar o filho.