No centro das atenções dos espectadores estará Francis Price (Michelle Pfeiffer) — uma senhora rica em declínio e tristemente famosa, uma figura da alta sociedade de Manhattan, que mora em uma mansão luxuosa com seu filho adulto, Malcolm (Lucas Hedges), e seu gato, o Pequeno Frank, batizado em homenagem ao marido. Quando o contador pergunta a Francis quais são seus planos para aquele inevitável dia de ruína financeira, sobre o qual ele a vinha alertando há anos, a mulher responde que seus planos se resumem a uma única coisa: morrer antes desse dia. Francis está preocupada com a nuvem de escândalo causada pelas circunstâncias incomuns da morte de seu marido. Ela não o matou, mas levou alguns dias para decidir avisar as autoridades. Quando a encontramos, descobrimos que Francis já estava exausta. Depois de passar a última década esbanjando o dinheiro do marido, ela estava ocupada demais — e, além disso, era Francis Price — para conseguir qualquer emprego ou fazer planos para o futuro. E agora a mulher decide dar um passo ousado: vender sua casa e seus bens e levar Malcolm e o Pequeno Frank para o apartamento vago de sua melhor amiga em Paris — para grande decepção da curiosa noiva de Malcolm, Susan (Imogen Poots). Uma vez lá, Francis retira o que resta de sua fortuna em euros com um objetivo secreto: assim que o dinheiro acabar, ela se matará discretamente. Mas, à medida que ela e Malcolm se instalam em seu novo lar longe da terra natal, eles percebem que estão criando uma espécie de círculo social familiar, incluindo uma viúva excêntrica (Valerie Mahaffey), o discreto detetive particular Jarmusch (Isaac De Bankolé) e um médium de um navio de cruzeiro (Daniel McDonald). Em meio a tudo isso, Francis Price flutua no ar com o mesmo espanto distanciado que se tornou sua marca registrada, mesmo que ela, talvez, esteja vivendo seus últimos dias. Que aventuras aguardam Francis e Malcolm em Paris e como terminará essa história sentimental, você descobrirá ao assistir à divertida comédia “Partir sem se despedir”.