A trama desse drama se passa nas décadas de 1960 e 1970 em Newark, no estado de Nova Jersey, e conta a história de um confronto violento entre gangues na cidade, no qual participou a família de Anthony John Soprano (Michael Gandolfini). Os telespectadores que assistiram à série “A Família Soprano” conhecem Tony como o chefe da família criminosa DiMeo. Neste filme, descobrimos a história por trás de sua ascensão ao posto de principal mafioso no mundo do crime, que começou com um confronto entre gangues ítalo-americanas e afro-americanas em 1967. A família mafiosa local é liderada por Richard Moltisanti, também conhecido como Dickie (Alessandro Nivola), que também é tutor e ídolo do adolescente Tony Soprano (na juventude — William Ludwig). Dickie também terá de se esforçar ao máximo para restabelecer as relações na família, que está constantemente à beira do colapso. Parece que Tony, na infância e na adolescência, não teve a oportunidade de conhecer o amor materno, já que a mãe de Tony, Livia (Vera Farmiga), sempre foi uma pessoa egocêntrica e instável. Como resultado dos distúrbios raciais de 1967 em Newark, Tony Soprano terá que conhecer a vida da máfia e decidir quem ele quer ser no futuro. Tony ainda está dividido entre dois mundos, mas já se tornou famoso por perturbar da paz na cidade. No fim das contas, sob a influência de membros próximos da família, o criminoso frio escolherá um caminho, sobre o qual poderemos saber mais na continuação deste filme — na série “Clã Soprano”, quando ele assumiu oficialmente os negócios da família. Além disso, cada personagem da série neste filme tem suas próprias ramificações dentro do enredo principal. Uma das principais linhas narrativas acompanha a relação de Dickie com um de seus ex-funcionários, Harold McBrayer (Leslie Odom Jr.).