Então, nossa heroína já vivia há muito tempo longe de seu pai, também músico e renomado compositor Richard Marlow. Ele morava em uma casa enorme, afastado da sociedade, praticamente como um recluso, e criava suas obras imortais. A notícia de seu falecimento, é claro, abalou a jovem, e ela, sem perder um minuto, partiu para a mansão que herdara. A antiga mansão deixada por seu pai impressionou a jovem com suas dimensões e quartos secretos, onde Rosa descobriu a obra final de seu pai. Uma sonata misteriosa, repleta de símbolos estranhos, que Rosa se propôs a decifrar. Nisso, Charles, seu agente e empresário, que, como se viu, sabia muito mais sobre a vida do pai dela. Ele percebeu que o pai não havia deixado aquela sonata — iniciada por ele muito antes do nascimento da filha — por acaso. Richard Marlow deixou sinais por toda a casa, e eles são as chaves para o mistério, que ela precisa decifrar. Para a jovem, que toca violino com maestria, bastou apenas ouvir atentamente e deixar que a música a guiasse até a solução. Rosa começa a decifrar os símbolos misteriosos e descobre que o pai tem muitos segredos no passado, e ao tocar a sonata decifrada, a jovem, sem suspeitar de nada, acionou um certo mecanismo de acordo com o plano traçado pelo pai. O que espera a jovem nessa mansão e em seus arredores? Que forças ocultas entraram em ação e liberaram algo mortal e sobrenatural, e como detê-lo, e será que isso ainda é possível? Você descobrirá as respostas assistindo ao thriller psicológico de Andrew Desmond — “Sonata”.