Vale ressaltar que naquele filme atuou o notável ator Ian McKellen, que na época recebeu uma indicação ao Oscar, embora não tenha ganhado o prêmio. Ian é um magnífico ator britânico de teatro e cinema, reconhecido como o melhor intérprete do repertório shakespeariano. Ora, a fama mundial o britânico, como de costume, conquistou atuando em grandes de Hollywood, como a franquia “O Hobbit” e o já mencionado “A Bela e a Fera”. A parceira de McKellen foi a não menos famosa e aclamada Helen Mirren, também britânica, que recebeu seu primeiro reconhecimento no longínquo ano de 1979, ao atuar no polêmico filme “Calígula” ao lado com Malcolm McDowell, e que depois se tornou uma das estrelas mais brilhantes do cinema britânico e de Hollywood. Vale lembrar que Helen é vencedora do Oscar pelo filme “O Último Domingo”, de 2010. É interessante notar que ela seja de origem russa, e seu nome verdadeiro seja Elena Mironova. Um dos trabalhos mais marcantes da atriz nos últimos tempos é o papel de Elizabeth II, rainha da Grã-Bretanha. Essa dupla, sem dúvida, promete um espetáculo magnífico em profundidade e psicologismo. Um pouco sobre o enredo do filme “Um Bom Mentiroso”: Roy Courtney, um senhor de aparência respeitável, na verdade ganha a vida com fraudes. Ele é um mentiroso profissional e vigarista, que não hesita em ganhar dinheiro manipulando com os sentimentos alheios e, acima de tudo, é claro, das mulheres. E Roy nunca foi atormentado pela consciência; ao contrário, levou sua arte da fraude às alturas de uma arte refinada. Ele não apenas ganhava quantias bastante substanciais de dinheiro com esses golpes, mas também se deleitava com a beleza de seu jogo, sem nunca se preocupar com o quanto isso poderia ser doloroso para suas infelizes vítimas quando a fraude era descoberta. Vale ressaltar que, com a disseminação da internet, o campo de atuação dele se ampliou bastante, e então, certa vez, na rede, ele conheceu um “peixe grande” bastante promissor. Era uma viúva rica chamada Betty McLeish. A mulher buscava companhia e consolo, e naquele momento, em que se encontrava psicologicamente vulnerável, nosso herói percebeu rapidamente que poderia conquistá-la sem grande esforço. E foi exatamente o que ele fez, sem alarde, ganhando a confiança dela. Seus planos incluíam roubar a infeliz mulher até o último centavo, mas, quanto mais ele conversava com ela, mais ficava encantado com seu charme, sua inteligência e sua feminilidade… Aos poucos, o velho vigarista começa a perceber que está sinceramente apaixonado por essa mulher deslumbrante e encantadora… Então, como o protagonista agirá nessa situação incomum? Levará adiante o que começou? Confessará tudo? Ou simplesmente desaparecerá da vida dela para sempre, sem deixar rastros?