Em 1989, foi lançado o primeiro ““Kickboxer”, estrelado por Jean-Claude Van Damme e outros atores famosos, e, quase vinte e sete anos depois, “Kickboxer” (2016) voltou e repetiu quase à risca a história de 27 anos atrás. Não dá para afirmar com certeza que o relançamento da famosa franquia tenha sido muito bem-sucedido, mas, dois anos após o relançamento do filme, Dimitri Logothetis lançou mais um longa-metragem, “O Kickboxer Retorna”, para o qual ele, praticamente sozinho, escreveu o roteiro e, é claro, também dirigiu. O que é notável é que esse filme foi recebido de forma mais favorável pelo público e pela crítica do que sua antecessora reencarnada, principalmente porque nele ocorreu uma verdadeira homenagem a muitas celebridades do passado, que, ao que parece, ainda não pretendem “sair de cena”. Assim, já se passou um ano e meio desde que Kurt Sloane matou Tong Po e, após vingar a morte de seu irmão Eric, voltou para casa com a sensação de dever cumprido. Ele é um lutador profissional de artes marciais mistas e jurou que nunca mais na vida, “nem por nada do mundo”, voltaria à Tailândia. Mas o destino destino decidiu o contrário. Kurt começou a ser atormentado por pesadelos nos quais ele, junto com sua esposa, está em algum trem onde precisa lutar, e no final desse pesadelo ele cai na água e… Enfim, como se viu, Kurt precisa voltar à Tailândia para confirmar seu título pela vitória sobre Tong Po. Ao chegar a Bangcoc (Tailândia), Kurt se viu em uma armadilha. Um tal de Thomas Moore propôs que ele lutasse contra o novo campeão, Mongkut, por um milhão de dólares. Kurt recusou a princípio, mas quando Thomas Moore passou das propostas para a chantagem e ameaças contra a esposa de Kurt, o homem não teve mais escolha. A vida da esposa é mais importante para Kurt, e ele aceita a luta. Ele terá que enfrentar uma batalha mortal contra o lutador Mongkut, ao lado do qual ele parece um rapazinho pequeno e frágil, e quem vai vencer essa luta, só Deus sabe…