No centro da trama está o destino de uma jovem mulher que, aos 32 anos, já se tornou avó. A ação se passa no estado americano da Pensilvânia. Em cidade industrial de médio porte, a jovem vive e trabalha. Ela é uma mãe solteira que cria a filha. Como a mãe precisa trabalhar muito para, de alguma forma, conseguir pagar as contas, praticamente não sobra tempo para a filha e sua educação. Isso faz com que a menina fique completamente fora de controle, e a mãe não tem mais nenhuma influência sobre o comportamento dela e, em última instância, sobre sua vida e seu destino. Em pouco tempo, essa situação faz com que a adolescente engravide. Embora tenha sido difícil para a mãe aceitar isso, elas chegam à decisão de que a filha dará à luz. No entanto, os problemas não param por aí. Logo após o nascimento da criança, a mãe do bebê e filha da protagonista desaparecem sem deixar rastros. A polícia conduz a investigação sem muito empenho e, em pouco tempo, a jovem mãe é oficialmente declarada desaparecida. Nenhuma das tentativas da mãe dela para que as buscas continuem tem sucesso, e a protagonista é obrigada a aceitar esse fato como uma realidade. Assim, a jovem avó fica em uma situação difícil, com o bebê nos braços. A mulher faz de tudo para criar seu neto — a única coisa que restou em sua vida — e, aos poucos, a vida deles começa a se estabilizar; mas, mesmo assim, a protagonista não perde, nem por um minuto, o desejo de descobrir o que aconteceu com sua filha. Após onze anos, a protagonista do filme “A Mulher em Chamas” consegue chegar muito perto de desvendar o mistério do desaparecimento de sua filha. Então, o que realmente aconteceu com a adolescente, o que a levou a deixar a mãe e seu sono tranquilo? Será que a mãe conseguirá descobrir todas as circunstâncias, e para quem não é vantajoso que ela venha a saber delas? Tudo isso poderá ser desvendado assistindo a este thriller envolvente e cheio de suspense, além de ser um drama psicológico.