A situação econômica dos Estados Unidos da América está passando por seus piores momentos. O número de desempregados aumentou em 21,6%. A polícia não consegue lidar com a criminalidade cada vez maior. As constantes manifestações “pacíficas” se transformam em confrontos violentos com as forças da ordem, quando se recorre a tudo que possa causar danos físicos. Em muitas cidades americanas, a corrupção generalizada e a criminalidade prosperam em todos os níveis. Nessas condições, o governo passou a exercer o direito de desapropriação e confisco de propriedades e, junto com isso, iniciou-se a construção de um muro que deveria delimitar uma área de 138 milhas quadradas. Nessa área ficava uma pequena cidade industrial, transformada em prisão. A empresa “Weyland” assinou um contrato para administrar a maior prisão privada, na qual os condenados participam de um jogo chamado “Corrida Mortal”. Os vencedores ganham a oportunidade de administrar a prisão. Para os presos, não se trata de um simples jogo de vida ou morte, mas sim do sentido de suas existências. Enquanto houver criminosos, existe esse jogo, na qual qualquer um que quiser pode participar e há apostas no vencedor. Nesse jogo não há regras, apenas se ganham pontos por atropelar e atirar em pedestres e adversários. Mas, quanto mais avança, mais complicado fica, já que nas corridas mortais participam não apenas os presos, mas todos que quiserem, pois todos desejam conquistar seu pedaço de poder. E quem não quiser participar participar pode ser forçado por meio de chantagem com o assassinato de pessoas próximas. Quem ficará, desta vez, no centro das atenções das câmeras de TV? Afinal, é uma loucura, um verdadeiro programa de televisão transmitido ao vivo e pela internet, acompanhado por milhões de telespectadores.