O enredo do filme com o título intrigante “Cem Anos de Perdão” transporta o espectador para a cidade espanhola de Valência. Um bando de assaltantes, composto por seis pessoas, liderado por um assaltante profissional e experiente nessas questões, conhecido pelo apelido de “O Uruguaio”, decidiu assaltar um banco. Escolheram o dia mais inadequado: Valência estava simplesmente submersa pela chuva, o que praticamente paralisou todo o tráfego na cidade. Eles planejaram tudo nos mínimos detalhes. Chegaram de carro até a porta do banco e invadiram o local. Ninguém teve tempo nem de piscar, nem os funcionários do banco, nem os clientes — de repente, todos se viram reféns da quadrilha de assaltantes, com as portas do banco trancadas. Todos os criminosos tinham o rosto cuidadosamente oculto por máscaras. De maneira rude, mas educada, eles exigiram que os funcionários da instituição cooperassem voluntariamente; caso contrário, todos seriam explodidos. Portanto, eles haviam planejado tudo nos mínimos detalhes: deveriam entrar e sair, mas um imprevisto complicou todos os seus planos. Eles acabaram presos, junto com cerca de dez e meia pessoas apavoradas. Agora, o plano deles mudou; terão um longo caminho pela frente até a liberdade, junto com o dinheiro roubado do banco. O fato de a polícia já estar a par da situação e ter começado a se reunir em frente ao prédio do banco não desanimou muito os assaltantes. Eles têm mais uma opção para sair do prédio; é verdade que não é tão fácil quanto a primeira, mas não pretendem desistir. Seguindo um mapa preparado com antecedência, os bandidos começam a abrir caminho por baixo do prédio do banco. Ao mesmo tempo, avisam às autoridades para não se apressarem e não tomarem nenhuma atitude, ou explodirão o prédio junto com todas as pessoas que estiverem lá dentro. Por enquanto, eles simplesmente apresentaram exigências que as autoridades devem cumprir. O ponto mais complicado na lista de exigências dos bandidos acabou sendo o avião, que deve ser fornecido de qualquer maneira.