Para algumas pessoas, o cheiro de gasolina, a velocidade alucinante e o rugido do motor são o sentido de toda a sua vida. Mas como agir corretamente quando esse hobby, bastante perigoso, entra em conflito com todos os valores familiares e com a necessidade de dedicar atenção à própria filha, que precisa de um pai de verdade, bem como de sua atenção e carinho? O protagonista do filme intitulado “Velocidade Escandinava” é um homem chamado Roy; ele é um verdadeiro piloto, e sempre foi assim desde que nasceu — parece que nasceu para participar dessas corridas e realizar manobras insanas, que gelam o sangue nas veias. Roy vem treinando há muito tempo para a competição mais importante de sua vida. Para conquistar a vitória nessa prova, ele chegou até a esquecer suas responsabilidades para com as pessoas queridas, que tanto precisavam de sua atenção e carinho. E enquanto a família de Roy se preocupava com ele e sentia muita saudade, ele só tinha um objetivo em mente: a vitória nas próximas corridas de “sobrevivência”. E foi justamente na véspera dessa importante corrida que apareceu a filha do nosso herói, que na época já tinha completado 14 anos e agora se encontrava no limiar daquela idade, em que é preciso ter muito cuidado para não cometer bobagens nos relacionamentos com os meninos. Roy percebe toda a sua culpa para com a filha e começa a se aproximar dela com amor verdadeiro e compreensão mútua, esquecendo tudo o mais no mundo, inclusive os treinos para a importante corrida. Como resultado de suas ausências, ele perde essa corrida, mas isso não é o fim de todos os seus sonhos na vida! Afinal, ainda há uma outra competição importante pela frente, chamada “Cabo do Norte”, e a vitória nessa competição será um verdadeiro triunfo para o nosso herói. No entanto, como sua nova paixão afetará o relacionamento já tão frágil com a filha, que mal havia começado a se estabelecer e a assumir um verdadeiro caráter familiar?