O filme “O Sequestro de Freddy Heineken” nos transporta para o longínquo ano de 1983, quando todos os moradores de Amsterdã ficaram chocados com uma notícia inacreditável. Foi cometido um dos crimes mais ousados da época, cuja fama cujo nome ainda é lembrado até hoje. Alfred Heineken foi sequestrado — um homem que todos em Amsterdã conheciam, afinal ele era o proprietário de sucesso de uma das maiores cervejarias do mundo. Os assaltantes o sequestraram diretamente de seu próprio carro, junto com o motorista favorito do senhor. Os sequestradores eram alguns amigos que precisavam de dinheiro com muita urgência; foi exatamente por esse motivo que decidiram não se contentar com ninharias, mas encarar o caso com grande ousadia. O plano do sequestro foi elaborado de forma simplesmente perfeita; além disso, a execução ocorreu sem nenhum percalço, sem testemunhas e sem rastros deixados pelos criminosos. Imediatamente após a divulgação dessa história, os bandidos passaram a exigir dos parentes do sequestrado um resgate que, para os padrões da época, era exorbitante: 35 milhões de florins holandeses, ou cerca de 16 milhões de euros. Por esse valor, os criminosos prometeram libertar não apenas Alfred, mas também seu motorista. A polícia estava, literalmente, em alerta máximo, vasculhando cada canto da cidade em busca do idoso; no entanto, todos os seus esforços estavam fadados ao fracasso. Por mais de vinte dias, o protagonista do filme “O Sequestro de Fred de Heineken, teve que passar em uma cela horrível com excelente isolamento acústico, acorrentado a uma parede fria. Mas mesmo essas condições terríveis não abalaram o ânimo de Freddy; desde o primeiro dia do sequestro, ele entrou em um confronto psicológico com o chefe da quadrilha e até conseguiu sair vitorioso dessa batalha; no entanto, isso não lhe dava garantias de que que os criminosos concordariam em deixá-lo vivo. Muito em breve, os criminosos recebem a quantia exigida e desaparecem em direção desconhecida, deixando suas vítimas na cela imunda à espera de uma morte lenta e dolorosa…