Existem inúmeras adaptações para o cinema da famosa peça de William Shakespeare, “Macbeth”. Assim como na peça, o filme revela todos os desejos vis do ser humano, neste caso, de Macbeth. Ele era um conselheiro próximo do rei Duncan. Mas não apenas um conselheiro próximo, e sim alguém que o rei considerava seu amigo e em quem confiava incondicionalmente. Mas Macbeth conquistou boa reputação não apenas junto ao rei, mas também entre muitos súditos. Muitos admiravam o guerreiro escocês. Mas isso não era suficiente para ele. Certa vez, ele encontrou três bruxas, que lhe predisseram o trono e o poder. Depois disso, Macbeth perdeu toda a paz de espírito. Por dentro, ele era consumido pela sede de poder, glória e grandeza. Nada na vida lhe causava tanto desejo quanto a conquista do trono. Sua esposa era uma mulher astuta e egoísta, não alguém a quem se pudesse abrir o coração. Quando o protagonista do novo filme “Macbeth” ainda hesitava em relação à apropriação ilegal do trono, sua esposa, aos poucos, as dúvidas e o levava a assassinar o rei. Aos poucos, com lisonjas e astúcia, ela convenceu Macbeth a executar o plano traiçoeiro. E, de repente, ele traiu a amizade e a confiança daquele que sempre esteve ao seu lado. De repente, ele pisoteou tudo aquilo que não se compra com nenhuma riqueza nem poder, ele traiu o amigo e aqueles que acreditavam nele, cedendo aos desejos vis que ele e sua esposa nutriam. Mas por tal astúcia maléfica ele terá que pagar um preço alto. Ele e sua esposa ainda terão que responder por seus crimes. Quando elaboraram esse plano e, depois, o colocaram em prática, não sabiam a que estavam se condenando.