A ideia de criar, por meio de manipulações genéticas, um superassassino cultivado “em proveta” não é nada nova no mundo cinematográfico contemporâneo. No entanto, somente no novo filme intitulado “Hitman: Agente 47 ” o espectador poderá desfrutar plenamente dessa temática emocionante. Pois nunca antes os filmes sobre seres geneticamente modificados alcançaram uma escala tão grande, como neste filme. O Hitman não se lembra de seus familiares, pois não os tem; tampouco se lembra de sua infância, já que nunca teve uma. Nosso protagonista nem mesmo se lembra de seu nome, pois não deveria ter um; ele tem apenas um número — 47. Todas essas coisas incríveis só se tornaram possíveis graças ao fato de que o protagonista de um dos melhores filmes de 2015, *Hitman: Agente 47*, foi criado pelas melhores mentes da humanidade em laboratórios, de forma artificial, como uma superarma comum ou por meio de nanotecnologia, para realizar as tarefas mais complexas e inacreditáveis. O Agente 47 é um assassino de nova geração; ele é mais forte que as pessoas comuns, não se cansa, possui uma força incrível e uma mente analítica, o que o transforma em uma verdadeira máquina de matar. Além de tudo isso, ele é capaz de refletir profundamente e, por conta própria, tomar e ponderar decisões importantes. E então, certo dia, quando ele, finalmente percebe que não é exatamente uma pessoa comum, ele desobedece à ordem que lhe foi dada. Ele faz isso apenas para descobrir o verdadeiro segredo de sua origem. Para ajudá-lo a entender tudo isso, estará uma jovem garota, cujo pai criou nosso herói, mas que agora se encontra em perigo. O Hitman 47, sem hesitar, decide enfrentar sozinho toda a empresa para a qual, literalmente, ainda ontem trabalhava, e tudo isso para obter respostas para suas perguntas.