Arizona, 1882. Uma época verdadeiramente terrível: tudo o que se move sonha em te matar: vizinhos bêbados, animais famintos, bandidos e até mesmo o médico. Aqui você pode morrer até de uma simples farpa, porque a medicina, infelizmente, não é onipotente. E a morte na feira — aqui é algo totalmente comum; dá até para morrer de um simples flash de câmera, e tudo isso no filme “Um Milhão de Maneiras de Perder a Cabeça”! Mesmo que não haja gelo por aqui, você ainda assim pode morrer por causa dele. Resumindo, há cem mil maneiras de morrer no Velho Oeste. Mas, por outro lado, há danças divertidas e legais, corridas de cavalo incríveis, as garotas têm um “trabalho muito interessante” e a bebida indígena pode te deixar completamente fora de si. Principalmente se essa bebida foi preparada para uma multidão, e você bebeu sozinho. Em meio a tudo isso, surge uma nova integrante da comunidade: ela é esbelta, bonita e, além disso, atira muito bem. Mas, além dessa “alegria”, surge imediatamente um problema: um cowboy durão, que atira melhor do que todos, e especialmente melhor do que o fazendeiro, com quem ele quer um duelo. O fazendeiro tem quem lhe ensine a arte do tiro, mas aprender não significa dominar a arte, mesmo que você tenha um treinador tão supercarismático. Quem conseguir derrotar o vilão — o vaqueiro — se tornará um herói; vale a pena tentar por isso. E, antes da batalha, é preciso “libertar a mente”, seguindo o conselho de um velho e sábio índio. Para saber a que isso pode levar, assista ao filme “Um Milhão de Maneiras de Perder a Cabeça” em HD720 no nosso site. A propósito, outra peculiaridade daquela época: mesmo que sua namorada esteja com um vestido lindo, seja encantadora e vocês tenham ido juntos ao baile, não é garantido que ela não queira roubar uma garrafa de uísque e dar o fora de lá.