Logo após se apaixonar pela primeira vez, Filomena, ainda muito jovem (14 anos), engravidou. Ela é rapidamente enviada para um convento por comportamento indecente. Lá, ela dá à luz um filho, que lhe é tirado imediatamente. As freiras entregam a criança a uma família americana para adoção; ou, para ser mais exato, vendem-na. Filomena nunca mais o verá. Ela conseguirá fugir do convento, onde trabalhará como lavadeira e terá de suportar muitas humilhações, pois, antes mesmo de se tornar mulher, já era considerada uma “mulher perdida”. O convento ficará apenas nas lembranças, mas o fato de que, em algum lugar, ela tem um filho, Filomena nunca esquecerá e passará a vida inteira procurando por ele. Nessa busca, ela contará com a ajuda do famoso jornalista Sixsmith. Um fio de pista os levará aos Estados Unidos, onde Filomena descobrirá sobre o filho algo que ela preferiria não saber: seu filho era homossexual e morreu de AIDS. Mas essa é apenas uma faceta dele; ele conseguiu muitas conquistas na vida e trabalhou na administração presidencial. Mas Filomena agora sente apenas uma coisa: as freiras são as culpadas por seu filho ter se tornado assim, foram elas que o separaram da mãe! E ela vai até o convento para jogar essa acusação na cara delas. Mas a fé nela é mais forte do que isso, e Filomena encontra forças para perdoar. Você poderá ver o quanto esse filme é comovente assistindo a “Filomena” em nosso site.