O tema do bem e do mal torna-se central praticamente em todos os filmes atuais, e ninguém diz se isso é ruim ou bom; simplesmente, desde tempos imemoriais, essa oposição sempre interessou mais aos telespectadores de tudo. No entanto, há filmes cujos criadores decidiram mostrar esse eterno confronto sob uma perspectiva um pouco diferente, incomum para nós, evitando quaisquer críticas por parte dos fiéis, para não ferir seus sentimentos. As impressões sobre esses filmes, via de regra, acabam sendo sempre muito controversas. O novo filme “Gólgota” faz exatamente parte desse grupo de adaptações cinematográficas que retratam esses confrontos fora do padrão. O protagonista do filme é o padre James, um clérigo íntegro que se esforça desesperadamente para tornar o mundo um lugar muito melhor e deseja apenas o melhor para todas as pessoas. No entanto, o protagonista sempre se depara com a maldade e a agressividade sem fim por parte dos moradores de sua cidade. Certa vez, uma confissão comum do padre começa com as palavras “Eu vou te matar”, e termina com um ataque e um incêndio criminoso na igreja. É exatamente esse incidente que leva o servo de Deus a entrar em guerra contra todas as forças das trevas que tomaram conta da cidade, pois, apesar da hostilidade por parte das pessoas ao seu redor, ele quer salvar e proteger cada morador.