Jim Bennett — personagem principal do novo e e cativante thriller policial “O Jogador”, leva uma vida dupla e arriscada. “Tudo ou nada” — esse é seu lema de vida. Ele é um jogador com “J” maiúsculo em tudo. Durante o dia, é um homem comum e, em muitos sentidos, extremamente talentoso, que leciona literatura contemporânea para estudantes na universidade, sendo uma autoridade para os jovens, e também um exemplo a ser seguido, apesar da extrema emotividade de suas aulas; ao mesmo tempo, ele odeia seu trabalho e busca com todas as forças uma maneira de se livrar dele. Ao mesmo tempo, Jim consegue, em seu tempo livre, escrever excelentes obras dramáticas, sabendo que possui a centelha divina que o ajuda nisso. À noite, porém, esse homem se transforma em seu oposto — um jogador compulsivo que não conhece limites, para quem arriscar é tão natural e vital assim como respirar oxigênio. Gastar todo o seu dinheiro e se endividar, pedindo empréstimos de quantias significativas a agiotas — é algo comum para ele, mas, aos poucos, o vício do professor ultrapassa todos os limites razoáveis. Uma dívida de 240 mil dólares com o dono do cassino, onde Jim passa todas as suas noites mais agitadas, e 50 mil dólares com um agiota que não tem piedade de jogadores compulsivos como ele, obrigam B enett a buscar uma saída para a difícil situação em que se encontra. Sua mãe, que tem boa situação financeira, concorda em ajudar o filho a saldar as dívidas, mas Jim Bennett, mais uma vez, perde tudo, contando, para isso, com o apoio de uma de suas alunas. Resta apenas uma opção: pedir dinheiro emprestado ao homem mais perigoso da cidade e fazer, pela última vez, uma aposta da qual dependerá tanto de sua própria vida quanto da vida de todos os seus entes queridos…