No filme, John Franco, conhecido por muitos pelo papel de Harry Osborn na série de filmes sobre o “Homem-Aranha”, bem como Taryn Manning, uma das estrelas da série “Laranja é o Novo Preto”, onde interpretou Tiffany “Pensacooka” Doggett, e Francesca Fisher-Eastwood, que se destacou nas séries “Fargo” (2014–...), “Heroes: O Renascimento” (2012–2016) e no filme “Pecadores e Justos” (2016). Um elenco tão estrelado sugere uma boa trajetória no mundo do cinema, apresentando uma combinação de thriller tenso e terror, onde cada gênero tem o mesmo peso, o que é bastante raro no cinema contemporâneo. Então, o cenário é um banco. Duas irmãs, Leia e Vi Dillon, chegaram ao banco com um objetivo bem definido. Elas decidiram assaltá-lo. No início, tudo corria normalmente, seguindo o roteiro elaborado com antecedência. Lia distraiu o gerente do banco, flertando com o caixa, enquanto sua irmã, Vi, se encarregou do caixa eletrônico, atraindo a atenção do consultor. Ao mesmo tempo, o detetive Tom Eger estava no banco. Mas ele nem suspeitava que em breve ocorreria um assalto ali e, após concluir seus trâmites relacionados a um depósito, saiu do banco. Os acontecimentos que se desenrolaram em seguida no “Cofre” obrigaram o detetive a voltar; no entanto, o banco já estava fechado, e todas as pessoas que estavam lá dentro se tornaram reféns das irmãs e de seus cúmplices. Mas o que acontece fora do banco não é tão interessante e emocionante quanto o que ocorre lá dentro. É exatamente ali que se desenrolam acontecimentos de gelar o sangue. Os assaltantes, bastante decepcionados com a pouca quantia de dinheiro disponível, ficaram furiosos e começaram a discutir entre si, tentando encontrar uma saída para a situação criada, até que o assistente do gerente lhes disse que eles lhes diria onde estava o dinheiro, se os bandidos prometessem que nenhum dos reféns seria ferido. Bem, para saber como essa história termina, basta assistir ao filme policial de terror/suspense “O Cofre”.