Em 2012, ocorreu a estreia do filme “Piranha 3DD”, com o slogan “Duas vezes mais assustador. Duas vezes maior” do diretor John Gulager, com um orçamento ainda menor, que mal conseguiu se recuperar nas bilheterias. As filmagens começaram em abril de 2011 e foram concluídas em junho do mesmo ano. A estreia também deveria ter ocorrido em 2011, mas, por motivos desconhecidos, foi adiada várias vezes. Na época, os produtores planejavam lançar uma franquia, mas o fracasso de bilheteria do filme “Piranha 3DD ” colocou esses planos em dúvida. Isso provavelmente ocorreu porque o filme foi lançado em exibição limitada e, além disso, justamente no dia da estreia, “Piranha 3DD ” foi disponibilizado nas principais plataformas de acesso público, ainda por cima no formato conhecido como vídeo sob demanda. Portanto, a questão de se haverá ou não uma terceira parte ainda permanece em aberto. No enredo, o filme começa com uma espécie de flashback do filme anterior. Naquela ocasião, estudantes e outros turistas que passavam férias no lago chamado Victoria morreram nas garras de criaturas sanguinárias. Já se passou um ano inteiro desde aqueles acontecimentos. Nesse período, tanto a praia quanto o lago onde as piranhas foram descobertas foram esquecidos e abandonados. No entanto, essa foi apenas uma calmaria temporária, pois, justamente ao fim de um ano, uma vaca sem vida foi encontrada no lago, a qual, por mais estranho que pareça, expelia jatos de gás. Ela foi encontrada por dois fazendeiros e um deles cometeu a última bobagem de sua vida. Ele aproximou uma chama aberta do local de onde saíam os gases, e a infeliz vaca (como se não bastasse já estar morta) explodiu. De seus restos mortais, espalhados em todas as direções, saltou um cardume de peixes, certamente famintos, que, com enorme prazer, saciaram seus estômagos com “carne fresca” na forma de fazendeiros. O próximo aparecimento das piranhas ocorreu já no parque aquático chamado “Grandes e Molhados”, e depois disso, esses monstros começaram a evoluir bem diante dos olhos do público atônito — e ainda vivo…