Apresentamos a vocês o novo filme “O Calor de Nossos Corpos”. O enredo não é novidade: mais uma vez, o fim do mundo, de novo zumbis (ultimamente, o fim do mundo sem eles não dá certo). Esse cara gostaria de se apresentar, mas está morto e acha isso uma chatice. Ele é um zumbi, mas, mesmo nessa forma de existência, tem um melhor amigo (também zumbi). Às vezes, eles até quase conversam… Por mais estranho que pareça, esse filme é sobre amor. Acontece que até mesmo um zumbi é capaz de se apaixonar de alguma forma incompreensível. Sim, ele ainda está morto, mas seu coração agora bate! Como os protagonistas conseguiram se encontrar e se apaixonar um pelo outro? Simples: Julie ficou sem munição na arma automática, já se preparava para a morte, mas ele (o zombinho fofo) colocou o dedo nos lábios mortos e disse: “Shhh!”. Ele até conseguiu falar com a garota: “Faça como eu”. Isso significa: rosne e passe por eles. E ela vai ouvi-lo, embora com um pouco de exagero, afinal ela não consegue rosnar exatamente como um zumbi. Mas o importante é que ele acabou salvando a garota. Além dos zumbis “bons”, existem outros também. Que outros tipos de “criaturas fofas” existem? Assista a “O Calor dos Nossos Corpos” no nosso site. Ele chama esses caras de “ossos”. Eles comem qualquer coisa. Ou seja, ele também, mas pelo menos ele reflete sobre isso. O que ele é, afinal? O pai de Julie o esclarece: “É um cadáver infectado pela peste. Sem coração, insensível, incapaz de sentir piedade”. Mas Julie não entende, afinal ela vê que esse rapaz está mudando, ele sente e está aprendendo a ser humano de novo. Chegou a hora de apresentar o namorado à amiga: “Meu Deus, é ele?! Então ele é o seu namorado?! Seu namorado zumbi?” Se tivessem dito antes à amiga que ela iria cumprimentar um zumbi de forma amigável: “Oi!”. Mas, deixando isso de lado, como Julie reagiria se soubesse que seria amiga de um namorado zumbi? E não só amiga… Mas algo está acontecendo, parece que os zumbis estão se curando. E o pai de Julie tem certeza de que eles não podem se curar. E aí aparecem os “ossos”. Esses aí, com certeza, não têm cura; eles são realmente horríveis e impiedosos. Julie está em perigo de novo, mas, felizmente, o namorado dela está ao lado dela, e ele tem um amigo (um daqueles de quem se dizia que não teria cura) que chega de carro, bem na hora certa, atropelando os “ossos”: “Pulem aqui!” Os soldados ficam confusos, estão em missão de infiltração e receberam a ordem de “atirar para matar”, mas todos ficaram confusos: em quem atirar?! “Nele!”, grita o zumbi para os soldados e diz: “Oi!”. Ninguém conseguiria levantar a mão com a arma contra alguém assim. Como terminará essa história de amor tão peculiar e, podemos dizer com certeza, muito incomum e totalmente nova? Oferecemos a vocês *O Calor de Nossos Corpos* em qualidade HD 1080 gratuitamente em nosso site, e vocês com certeza não vão se arrepender! É terror, melodrama e comédia ao mesmo tempo; tirem suas próprias conclusões… Uma coisa é certa: o amor nos torna humanos.