Nunca se deve subestimar estranhos e suas brincadeiras. Isso foi muito bem compreendido, na época, pelo protagonista do filme “A Lista Mortal”, afinal foi justamente a vida dele que mudou para sempre por causa de um rapaz desconhecido em um bar local, que o convidou para jogar jogos de assassinos. Allan Campbell estava passando por um dos momentos mais difíceis de sua vida. Seu negócio de repente começou a perder fôlego, e sua namorada o evitava, sem se dar ao trabalho de dar explicações. Foi por isso que o rapaz começou a frequentar todos os dias um bar local decadente, onde um copo de bebida ajudava a aliviar um pouco a tensão e a esquecer os problemas. Foi exatamente nessa atividade que Jonas Arbor, até então desconhecido de Allan, o encontrou. Ele se apresentou como assassino de aluguel e propôs ao rapaz que incluísse na lista mortal cinco nomes de pessoas que ele preferisse nunca mais ver na vida. Para Allanu, tal proposta pareceu uma piada de bom gosto e, sem perder um minuto, ele elaborou a lista necessária e, com um sorriso malicioso, entregou-a ao suposto assassino. Naturalmente, no dia seguinte ao ocorrido, o rapaz nem sequer se lembrou da conversa noturna e da sugestão absurda de assassinatos altruístas. Mas a memória voltou rapidamente a Allanu quando a primeira pessoa da lista brincalhona morreu repentinamente da maneira mais terrível. O empresário percebeu que Jonas realmente havia decidido se comparar a Deus, e isso ameaçava trazer grandes problemas e tragédias. Agora, Allan não se importa mais com seus problemas pessoais. Se o assassino chegar até o segundo da lista mortal, os remorsos de consciência irão atormentar o rapaz até o fim de seus dias. Por isso, ele se esforça ao máximo para encontrar Jonas e detê-lo antes que este encerre seu jogo sujo e sangrento. Mas será fácil se colocar no caminho de alguém para quem a morte alheia é o maior prazer e mais uma prova de sua habilidade pessoal?