A resenha de hoje é dedicada ao filme de ficção “Batalha Naval”. Confesso, sinceramente, que não tinha muita vontade de assisti-lo, mas, depois de ouvir meus amigos, que me diziam “qual é, como assim você ainda não viu ‘Batalha Naval’? Não deixe de assistir!”, pensei: “Tudo bem, vou dar uma olhada”. Depois de me abastecer com uma cerveja e batatas fritas, deitei no sofá, liguei o filme e comecei a assistir. Informações gerais: Lançado em 2012 nos EUA. Slogan: “A batalha pela Terra começará na água”. Gêneros: ficção científica, ação, suspense, aventura, militar; diretor: Peter Berg; roteiro: John Hober, Erich Hober; produtores: Bennett Schneier, Scott Stuber, Sarah Aubrey,...; diretor de fotografia: Tobias E. Schlessler; compositor: Steve Yablonski; artistas: Neil Spisak, Aaron Heine, Scott P. Murphy,...; montagem: Col bi Parker Jr., Billy Rich, Paul Rubell; orçamento: US$ 209.000.000. Vamos ao enredo: desde os primeiros minutos ficou claro com o que teríamos que lidar: dois irmãos, um dos quais serve como capitão na Marinha dos EUA e alcançou algo na vida, enquanto o outro — é simplesmente um perdedor, uma espécie de Ivanushka dos dias de hoje — um bobão que, após mais uma travessura em um bar, aliás no dia do seu aniversário, quase acaba na prisão! Esse acontecimento foi a gota d’água para a paciência do irmão mais velho, que decide transformá-lo em um homem de verdade, levando-o para o serviço militar. Com o passar do tempo, o irmãozinho parece ter começado a ganhar juízo e até conseguiu conquistar a encantadora filha do almirante (é claro que isso não agradou nem um pouco ao comandante-chefe; vou dizer mais: ele simplesmente despreza pessoas como o Alex!). Nosso herói, o galanteador, vai ter que se esforçar bastante para agradar ao pai severo. Então, hoje não é um dia qualquer: os exércitos das maiores nações do mundo se reuniram aqui para realizar exercícios de tiro nas vastas águas do Oceano Atlântico e mostrar qual exército é, afinal, o mais forte. Bem, depois de carregar os canhões de seus contratorpedeiros, nossos heróis partem para navegação, mas algo terrível acontece: bem na frente deles, uma enorme nave cai do espaço. — O que ela veio fazer aqui e com que intenções ela apareceu, você deve estar se perguntando. Vou ser breve: essas criaturas alienígenas vieram até nós para exterminar toda a humanidade da face da Terra e conquistar nosso planeta. E isso aconteceu apenas por uma razão simples: um cientista de óculos estudava intensamente o espaço sideral; certa vez, ele conseguiu detectar algo e se decidiu enviar uma mensagem para o desconhecido; sua mensagem foi recebida por criaturas estranhas, que pareciam humanas, só que tinham mais dedos, visão mais nítida, eram mais altas e, claramente, estavam melhor armadas! Bem, o que aconteceu, aconteceu; quem poderia imaginar que tudo acabaria assim? Nossos heróis decidem se unir para destruir um inimigo tão forte, mas nem isso é suficiente. Os alienígenas são tão poderosos que basta uma única salva de projéteis para afundar uma nave inteira. E é exatamente isso que acontece com um dos contratorpedeiros, onde estava o irmão de Alex. Agora, cabe a ele assumir o comando de toda a tripulação (adiantando um pouco, direi que ele se saiu muito bem nessa tarefa). Um dos momentos mais interessantes e emocionantes do filme, na minha opinião, é justamente a batalha naval — quando os terráqueos tiveram que disparar foguetes às cegas contra a nave dos alienígenas. Quando a última nave dos nossos heróis afundou, os veteranos da área entraram em ação; eles já haviam cumprido seu dever para com a pátria, mas agora, sem eles, todo o planeta poderia ser destruído. Sob o comando de Alex Hopper, eles colocam em ação a maior construção da humanidade — um enorme navio de guerra que ficou parado por décadas, como peça de museu. Acho que não vou escrever mais nada; há muito o que contar, mas acho que é melhor ver isso.