Mais um capítulo da história sensacional sobre a babá — a feiticeira nos transporta para a época da Segunda Guerra Mundial. Isabel Green é mãe de três crianças travessas: Norman, Megsy e Vincent. O pai deles partiu para a guerra, deixando a família encarregada de cuidar da enorme fazenda, que pertence metade a ele e metade ao seu irmão Phil. Isabel passa por grandes dificuldades: para conseguir, de alguma forma, sustentar a si mesma e aos filhos, além de cuidar da fazenda, ela também ajuda na lojinha local. Sem conseguir controlar seus três travessos, ela é obrigada a acolher em sua casa mais dois — Cyril e Silia Gray, sobrinhos mimados de Londres, acostumados a viver no luxo, que foram mandados para longe da cidade, devido aos possíveis bombardeios. O convívio entre as crianças não deu certo logo de cara e rapidamente se transformou em um verdadeiro caos, ameaçando causar muitos prejuízos à fazenda. Isabel está desesperada; sua autoridade não é suficiente para conciliar as partes em conflito, e então acontece um milagre: no auge da briga familiar, na soleira da fazenda deles, surge uma mulher de aparência assustadora, toda coberta de verrugas, como se tivesse saído das páginas de um conto de fadas. Ela garante ser uma babá enviada pelo Ministério da Defesa e saber como acalmar as crianças mais travessas e desobedientes. Filhotes de elefante, vacas e cabras dividindo a cama com travessos desobedientes, porcos nadando em estilo peito em sincronia e subindo em árvores como gatos, um corvo que vive arrotando graxa de janela, motocicletas voadoras e outras maravilhas — a babá McPhee não para de surpreender com seus métodos de educação. Mas as crianças não são o único problema que a feiticeira terá de enfrentar. O irmão traiçoeiro do marido de Isabel tenta, por todos os meios, convencer a mulher confusa a assinar um contrato de venda da fazenda, já que ele perdeu uma grande quantia no cassino e agora a proprietária exige o dinheiro de volta ou promete cortar um rim de Phil em troca.