A protagonista da alegre e, ao mesmo tempo, instrutiva comédia de casamento “Mesa nº 19” — Eloísa — é uma jovem em busca de sua felicidade. Ela depositava grandes esperanças nesse sentido no casamento de sua amiga íntima, que a convidou para ser madrinha. E não por acaso. Afinal, o padrinho dessa futura celebração familiar será o irmão de sangue da noiva, com quem Eloísa já está namorando há bastante tempo. E ela tem todos os motivos para supor que, na atmosfera romântica do casamento, ele finalmente a pedirá em casamento. No entanto, seus sonhos cor-de-rosa não estavam destinados a se realizar. Pouco antes da celebração, seu namorado, em quem ela tanto confiava para organizar sua vida pessoal, a abandonou sem escrúpulos. E isso acarretou consequências quanto à participação de Eloísa na cerimônia que se aproximava. É claro que já não se pode mais falar em ser madrinha de casamento. E agora, em seu convite para a festa, consta a última mesinha, com o número 1 9. É uma espécie de ilha para brinquedos esquecidos, ou uma Kamchatka, para onde são exilados os criminosos que cometeram faltas, cuja única culpa é serem muito solitários e já não servirem para ninguém. A princípio, Eloísa fica perplexa e até questiona se faz sentido comparecer ao casamento em um papel tão pouco invejável e lamentável. Mas ela se preparou por tanto tempo para esse evento e, além disso, se acostumou, como uma verdadeira lutadora e personalidade forte, a aguentar o tranco. No fim das contas, ela decide, afinal, comparecer ao evento, independentemente das condições iniciais. Assim, Eloísa acaba no casamento, onde, à sua mesa, estão mais cinco outsiders da vida familiar e solitários por circunstâncias da vida, assim como ela. Lá estão está um jovem playboy imprudente, um pervertido sexual muito obcecado, uma velhinha odiada por todos e completamente abandonada, usando um chapéu ridículo, e uma senhora solitária e envelhecida, cuja simples presença é capaz de provocar melancolia e enterrar qualquer esperança de felicidade na vida familiar… Mas, aos poucos, ao conhecer seus companheiros de infortúnio que também se encontram à margem dessa celebração da vida, Eloísa percebe que todos eles são pessoas muito boas e gentis, com suas próprias visões sobre o casamento e o amor. Todos querem amar e estão dispostos a lutar por sua felicidade; além disso, ao contrário de muitos no centro do salão, estão dispostos a ajudar o vizinho a alcançar a felicidade, e isso com métodos bastante ativos. A protagonista do filme “A Mesinha” nº 19, compreende que o ditado popular de que “não é o lugar que embeleza a pessoa, mas a pessoa que embeleza o lugar” é uma verdade absoluta. E, cada vez com mais frequência, o belo Rick, que ela conheceu ao chegar ao casamento e que demonstra por ela um interesse e uma simpatia genuínos, aproxima-se da mesa deles. Assim, a esperança de alcançar a felicidade pessoal ganha contornos concretos, o que significa que a decisão de enfrentar o golpe do destino se revelou totalmente acertada. Será que todos os convidados sentados à mesa nº 19 conseguirão ficar tão satisfeitos quanto Eloísa? Você poderá descobrir assistindo a essa história alegre e calorosa em nosso site no dia de sua estreia.