O filme de ação e comédia “Adrenalina: Alta Tensão” foi filmado com câmeras de vídeo semiprofissionais. A propósito, sua exibição foi proibida na Bielorrússia, com o argumento de que o filme contém muitas cenas de humor inaceitável e de mau gosto, além de muita violência explícita. No entanto, com um orçamento de US$ 20.000.000, os produtores conseguiram recuperar o investimento e até mesmo “ganhar um pouco”, com a arrecadação total chegando a US$ 34.560.577. Então, na primeira parte, nosso herói foi envenenado com o chamado “coquetel de Pequim” e lhe restava muito, muito pouco tempo de vida — literalmente algumas horinhas. Durante o tempo que lhe restava — até a morte -, Chev Chelios tenta realizar uma tarefa praticamente impossível: vingar-se com juros de seus inimigos e se despedir com carinho de sua amada Eve, que, aliás, não fazia a menor ideia de que ele era um assassino de aluguel. A segunda parte acabou sendo não menos agitada para Chev Chelios, já que, dessa vez, ele não teve uma aterrissagem muito tranquila, e, em uma clínica clandestina, colocaram no homem um sistema eletrônico analógico no lugar do coração, tudo isso para que ele permanecesse vivo até que outros órgãos vitais fossem extraídos dele. Mas nosso Chev não é do tipo que fica esperando tranquilamente até ser desmontado em peças. Ele não só não vai deixar que o operem, como também vai começar a procurar seu coração “original”. É verdade que sua busca pode chegar ao fim antes mesmo que ele encontre o coração, já que a pilha do coração analógico que funciona com bateria e está dentro dele pode se esgotar, e Chev, consequentemente, morrerá. E depois que Chev danificou essa mesma pilha, ela vai se esgotar mais rápido. Para permanecer vivo, Chelios precisa se recarregar direito e encontrar de vez seu coraçõezinho, antes que o coloquem no corpo de Pun Don… Bem, para saber como terminará essa corrida pela vida, basta assistir ao filme de ação e comédia — “Adrenalina: Alta Tensão”.