França, 1940. Pessoas apavoradas não entendem o que está acontecendo. O céu em chamas e as explosões intermináveis pegam todos de surpresa e não dão muita chance de escapar de seu poder devastador e destruidor. Nas cidades, províncias, campos, florestas — em todos os lugares é a mesma coisa: uma guerra implacável para derrotar o inimigo e conquistar terras alheias. A protagonista do drama de guerra “Suíte Francesa”, Lucile Angelière, permanece na fazenda junto com sua severa sogra, tendo enviado o marido para defender a honra da pátria. A vida relativamente tranquila muda rapidamente de cenário. A cidade natal é ocupada pelas tropas inimigas, que imediatamente começam a impor seu próprio conjunto de regras cruéis. Além da mudança do horário nos relógios e de outras mudanças não tão significativas, em cada casa é alojado um determinado número de conquistadores inesperados. Na porta da casa da família Angelier aparece um oficial imponente — Bruno von Falk. No início, as duas mulheres, que se mostram hostis uma à outra, ignoram completamente o novo morador, mas o coração musical de Lustl não consegue resistir à tentação. Bruno, um ex-compositor, conquista a jovem não apenas com seu talento incomparável, mas também com discursos apaixonados, afirmando que ele não é de forma alguma um alemão típico, e sim apenas um homem comum, que ele próprio despreza a guerra e a devastação que se segue a ela. Cedendo à tentação, a ingênua moça perde completamente a cabeça, embora esteja sob a proteção rigorosa do oficial. Ela acredita que pode se permitir muito mais do que os outros franceses, mas seu amante não está disposto a violar as regras da guerra, nem mesmo por causa de sua própria amada. Ele está pronto para punir a moça com todo o rigor da lei por sua transgressão desesperada.