O filme “O Celular” foi adaptado do romance homônimo do famoso escritor americano, autor de ficção científica e especialista em terror, Stephen King. Diante dos olhos de um jovem artista chamado Clayton Riddell, as pessoas que falam ao celular começam a enlouquecer. Elas se tornam incrivelmente agressivas e atacam as pessoas ao redor, matando-as e destruindo tudo ao seu redor. Percebendo que os únicos que permanecem normais são aqueles que não falam ao celular, Riddell começa a compreender que o vírus da loucura está se espalhando pela rede de telefonia móvel. Considerando a realidade do mundo contemporâneo, em que as pessoas se comunicam incessantemente pelo celular, o número de loucos aumenta na velocidade de uma avalanche. O caos reina na cidade. Depois de lutar arduamente contra os psicopatas dos celulares, Clay consegue salvar um transeunte chamado Tom McCord. Os dois seguem juntos até um hotel, onde se juntam a eles uma menina chamada Alice McCord. A mãe dela enlouqueceu bem diante dos olhos dela. Klay está muito preocupado com sua família — sua esposa e seu filho, que tem um celular. Para tentar salvá-los, Klay e seus novos amigos seguem para a cidadezinha de Geiten, onde restam apenas dois moradores não infectados: o estudante Jordan e o diretor da Academia de Geiten, Charles Arday. Ao observar os psicopatas móveis, eles descobrem que estes começaram a agir à imagem e semelhança de animais sociais, como, por exemplo, as abelhas. Além disso, sua mente coletiva lhes confere habilidades de telepatia, telecinesia e hipnose. Os mobilopsicopatas são muito ativos durante o dia, mas à noite ficam em estado de letargia, reunidos em um “rebanho”. Ao descobrirem que, à noite, os mobilopsicopatas praticamente não representam perigo, Clay e seus novos amigos decidem destruir o rebanho de Geiten. Mas a tentativa não deu totalmente certo e, por vingança, os mobilopsicopatas matam todos os habitantes “normais” (“normis”) de Geiten que restavam, enquanto seu líder, por meio de uma conexão telepática, declara Clay, Jordan, Alice e Tom como loucos. O líder dos mobilopsicopatas, por meio de sonhos telepáticos, tenta influenciá-los sobre seu futuro, o que atrasa o avanço do grupo para o norte do país. Para não atrasar a marcha deles, Charles Ardai se suicidou. E, em um dos confrontos com os mobilopsicopatas, Alice morre. Por meio dos sonhos telepáticos, Clay finalmente descobre que sua esposa foi infectada pelo vírus e se tornou uma mobilopsicopata, mas que seu filho Johnny conseguiu escapar, e que eles precisam seguir em direção à cidade de Kashwak, onde não há cobertura de rede móvel e para onde seu filho foi a fim de se salvar. No entanto, Johnny não consegue escapar do impulso e também é infectado, embora ainda consiga se controlar. No caminho, Clay e Jordan, que sobreviveu, encontram mais alguns “normais” e continuam a jornada junto com eles. Jordan diz que tem uma certa hipótese de que o programa “Impulso”, que enlouquece as pessoas, talvez contenha um vírus que já está começando a alterá-la, e que é justamente isso que causa efeitos colaterais nos mobilopsicopatas, como levitação ou telecinesia; e que, à medida que o tempo passa, o programa apresenta cada vez mais falhas, e que os últimos infectados já não são tão agressivos, sendo possível uma certa regressão. Partindo disso, ele afirma que, para devolver Johnny ao estado inicial de “normalidade”, é preciso dar a ele mais um impulso, e então os dois programas conflitantes se aniquilarão mutuamente em sua mente. Mas o protagonista do filme, o “Celularista”, percebendo que isso é muito perigoso, adia esse momento. Klay, no entanto, decide sair em busca do filho, aconselhando os amigos a se afastarem da zona de cobertura e passarem o inverno em outro lugar. Ele explica que os “mobilóides” que permanecerem na zona de cobertura não conseguirão sobreviver ao inverno rigoroso, pois são totalmente incapazes de encontrar alimento. Klay, finalmente, encontra Johnny, e eles partem para se reunir com os amigos. Mas o menino fica cada vez pior. E então Klay aproxima o celular do ouvido dele.