Relacionamentos familiares sem conflitos são uma raridade. A família, cujas relações servem de base para a comédia dramática “Margo no Casamento”, não foi exceção à regra da vida. Margo é uma escritora bem-sucedida de Nova York, cujo sistema nervoso deixa a desejar. Pauline é sua irmã. A relação entre as duas mulheres não é nada fácil. Margot não se falava com Pauline há dois anos e se recusou a ir à casa dos pais para o casamento dela, mas, com o tempo, acabou decidindo mudar de ideia e viajar para lugares que conhecia desde a infância, cujas lembranças não eram das mais agradáveis para a escritora. Depois de se embriagar e ficar só de cueca, o pai de Margot e Pauline batia nelas, o que inevitavelmente deixou rancor e mágoa no coração das duas. Levando consigo o filho instável — o adolescente Claude, que está sofrendo com a briga dos pais —, Margot embarca no trem e parte para sua terra natal. Seus planos incluem se reconciliar com a irmã e tentar explicar à irracional Pauline que seu noivo, chamado Malcolm — um músico desempregado e gordinho, que tem uma filha chamada Ingrid —, não é o sonho de nenhuma mulher e que não é de forma alguma obrigatório se casar com ele. Lá, ela reencontra seu amor de juventude, Dick, e ainda acaba transformando as relações já complicadas entre Pauline e a família Vogler em uma verdadeira inimizade...