Tudo começou com um relacionamento sério. Um rapaz chamado Anderson se preparou por muito tempo e com muito cuidado para pedir a mão de sua amada em casamento, mas, durante aquele momento solene e extremamente importante, sua linda namorada, talvez devido a uma surpresa e alegria repentinas e intensas, ou talvez simplesmente por causa de problemas de saúde, morre vítima de um ataque cardíaco. O noivo frustrado entra em depressão por um ano após esse acidente fatal e absurdo. Seu melhor amigo, Ted, já não aguenta mais ver aquela infinita tristeza nos olhos dele nem ouvir pela milionésima vez a história sobre a namorada ideal que faleceu. Enquanto almoçam em um café, ele convence Anderson a tentar, pelo menos mais uma vez, construir um relacionamento com alguém; o rapaz, porém, interpreta a conversa com sarcasmo e imediatamente pede em casamento a linda garçonete que se aproximou para perguntar se os rapazes precisavam de mais alguma coisa. A moça, sem pensar nem por um minuto, após o discurso incomum e espontâneo do rapaz, aceita, deixando os jovens completamente perplexos. Um dia antes, ela havia recebido outro pedido de casamento, de um rapaz que ela conhecia há vários anos, mas a perfeição dele — tão parecida com o caráter do padrasto e tão diferente do caráter do pai biológico — assustou Katie, e ela fugiu sem dar uma resposta. Já a proposta do simpático desconhecido ela aceitou com um entusiasmo sem precedentes, pulando de alegria. O que vai acontecer a seguir, ninguém sabe? Mas Katie decidiu teimosamente se casar, tirando um dia de folga do trabalho. Faltava só uma coisa: a mudança impulsiva para morar com o recém-nomeado noivo e o encontro com os pais um do outro, que claramente não estavam preparados para entender o que seus filhos — que pareciam ter enlouquecido — estavam aprontando.