Dan é um jornalista famoso, cuja vida gira em torno da criação de suas três filhas: Lily, Kara e Jane. Ele é viúvo e, após a morte da esposa, nunca encontrou tempo nem forças para reconstruir sua vida pessoal. Trabalhar em uma renomada publicação impressa lhe dá prazer e cria a ilusão de que ele entende e compreende muitas coisas da vida. Dan tem sua própria coluna, na qual responde a perguntas das pessoas sobre diversas situações complexas da vida. Ele acha que, graças à sua experiência, será capaz de lidar sozinho com todas as dificuldades que surgirem no caminho. Mas, por algum motivo, até mesmo o mais básico — aquilo sobre o que ele escreve constantemente: a criação dos filhos — lhe custa muito. Ele não deixa a filha mais velha dirigir, com medo de que ela se envolva em um acidente. Não permite que a filha do meio saia para encontros e fica constantemente colocando-a em prisão domiciliar, achando que ela ainda não tem idade para sair com garotos. Já a caçula o surpreende com sua sabedoria e raciocínio, o que faz com que Dan discuta com ela de vez em quando e não acredite que ela tenha chegado a essas conclusões sozinha. Mas isso ainda não é nada; a situação mais estranha e, aparentemente, sem saída surge no dia em que ele conhece uma mulher incrivelmente carismática chamada Marie. Depois de se encontrar com ela em uma livraria e puxar conversa, o casal passa algumas horas maravilhosas em um bistrô tomando um café, mas, após um telefonema, a desconhecida foge rapidamente. Já Dan, ao voltar para a casa dos pais, onde toda a sua família está hospedada, conta a todos os parentes sobre Marie, que conquistou seu coração. E então acontece o inesperado: Mitch, irmão de Dan, apresenta a todos sua noiva, que acaba sendo a mulher da livraria — Marie...