Ah, como é difícil ser um perdedor nos dias de hoje. Sem um emprego decente, sem um lar fixo, sempre tendo que mudar de tudo, e tudo em que você coloca a mão simplesmente quebra e desmorona diante dos seus olhos. O protagonista do filme de comédia fantástica “Uma Noite no Museu” conhece tudo isso por experiência própria. Afinal, esse estilo de vida o persegue há muitos anos. Larry Daly já desistiu de encontrar um emprego decente; as mudanças constantes e a busca por dinheiro simplesmente o deixam fora de si. A única alegria na vida é a companhia agradável de seu filho, Nick; no entanto, logo fica claro que até mesmo essa última alegria na vida do protagonista do filme “Uma Noite no Museu” pode ser tirada dele. A mãe de Nick está sinceramente convencida de que a convivência com um pai fracassado claramente não faz bem ao menino em fase de crescimento. Mas então Larry, finalmente, consegue arranjar mais um emprego e espera sinceramente que, pelo menos ali, consiga se manter por um bom tempo. O protagonista se torna vigia noturno no Museu de História Natural, um trabalho que, à primeira vista, parece insignificante: basta ficar sentado, vigiando a ordem e a silêncio no prédio vazio à noite. No entanto, muito em breve o rapaz se convence de que esse trabalho não é tão simples quanto parece à primeira vista. Logo no seu primeiro turno, Larry descobre, horrorizado, que absolutamente todas as peças do museu ganham vida à noite e, o mais importante, essas criaturas ressuscitadas não sabem se comportar adequadamente — é pura magia! A causa disso é um artefato antigo, trazido do Antigo Egito. Mas as verdadeiras aventuras do pobre zelador começam no momento em que ladrões tentam roubar esse mesmo artefato...